Espaço do leitor:

E a Copa do Mundo está chegando!

Vamos Brasil!

Valéria C. Santos
Niterói - RJ
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segunda-feira, 31 de maio de 2010

15.000


O Brasil está tentando ser Hexa. A palavra Hexa, que significa 6 vezes, é o sonho de todos os brasileiros hoje em dia.
Se o Brasil conseguir ganhar este campeonato, dia 11 de julho cerca de 180 milhões de brasileiros ficarão felizes.
Mas não ficarão mais felizes do que eu.
Sabe por que?
Porque eu acabo de fazer 15.000 horas de namoro.
Sem comentários.
o número 6 deixará alegrias, o que dizer de 15.000?

Só sei que te amo Jessica, e não há nada no mundo que mude isso.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Aniversários... 21 anos de Palmas!


Estimativa da População 2009:
188.645

Área da unidade territorial (Km²):
2.219

Gentílico:
Palmense

Estado:
Tocantins (TO)



Histórico

Desde o século XIX a idéia de separar as regiões norte e sul de Goiás já alimentava movimentos populares. Em 1821, uma revolta separatista explode ao norte de Goiás.

Em protesto contra o isolamento da região, promovido pelo Rei D. João VI, o Desembargador Joaquim Teotonio Segundo proclama o governo autônomo do Tocantins.

A revolta é dominada por Caetano Maria Gama, primeiro Presidente da Província, nomeado por D. Pedro I, em 1824.

No início do século a idéia é retomada, mas, só a partir da década de 70 passa a ser seriamente discutida no Congresso.

Em 1988, finalmente, Tocantins é desmembrada do Estado de Goiás, tendo como capital o Município de Palmas, criado pela resolução nº 28, de 29 de dezembro de 1989, desmembrado do Município de Porto Nacional.


Fonte: IBGE

terça-feira, 20 de abril de 2010

Aniversários...50 anos de Brasília!

Parabéns pra todo mundo lá de Brasília. Capital do nosso país.
Tomara que essa cidade nos dê mais alegrias do que atualmente.



Estimativa da População 2009:
2.606.885

Área da unidade territorial (Km²):
5.802

Gentílico:
brasiliense


Histórico

A transferência da Capital, do litoral para o interior do Brasil, está presente praticamente desde o início da colonização, não só para resguardar o poder de uma invasão, como para levar o desenvolvimento a outras regiões do Pais.

É atribuída ao Marques de Pombal a idéia mais antiga que se conhece de transferir a Capital do Brasil para o interior, mas não como sede do governo da colônia e sim do próprio reino de Portugal.

Outras vozes se elevaram e alguns fatos ocorreram em favor da interiorização, mas a história destaca três grandes idealizadores: O Alferes José Joaquim da Silva Xavier (O Tiradentes), o jornalista Hipólito José da Costa e o patriarca José Bonifácio de Andrada e Silva.

O Rei D. João VI também reconheceu essa necessidade. A idéia foi tomando vulto, até que em 1823 José Bonifácio encaminhou a Assembléia Constituinte do Império do Brasil a "Memória sobre a necessidade de edificar no Brasil uma nova capital", sugerindo para sede a comarca de Paracatu em Minas Gerais, com os nomes Petrópole ou Brasília.

O Visconde de Porto Seguro foi outro personagem nacional a aderir à causa, fazendo vários manifestos a respeito. Inicialmente, ele preferia São João Del Rei, depois, considerou o Planalto Central mais importante.

Como resultado da campanha, em 1852, Holanda Cavalcanti apresenta ao Senado um projeto de lei dispondo sobre a construção da Capital, sendo mantido o topônimo Brasília, sugerido por José Bonifácio.

Com o advento da República, a transferência transformou-se em mandamento constitucional, quando, no dia 24 de fevereiro de 1891, foi aprovado pelo Congresso e inserido na Constituição Brasileira o seguinte texto:

"art. 3.° - "Fica pertencente à União, no Planalto Central da República, uma zona de 14.400 km² que será oportunamente demarcada, para nela estabelecer-se a futura Capital Federal." Em seu parágrafo único, o citado artigo dizia: "Efetuada a mudança da Capital, o atual Distrito Federal passará a constituir Estado".

Disposto a cumprir a determinação constitucional, o Presidente Floriano Peixoto criou em 1892 a "Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil", cabendo ao cientista Luiz Cruls, Diretor do Observatório Nacional um completo trabalho que ficou conhecido como "Quadrilátero cruls". Não obstante os vários objetos apresentados, a Comissão foi extinta em 1897.

Em 1920, o Presidente Epitácio Pessoa assina decreto que prevê o inicio da construção da Nova Capital e, a 7 de setembro de 1922, e lançada a pedra fundamental em Planaltina.

Em 1953, o Presidente Getúlio Vargas determinou o levantamento aéreo do "Quadrilátero Cruls". Foram demarcados 5.850 km² de área, abrangendo terras dos municípios goianos de Planaltina, Luziânia e Formosa sendo os trabalhos concluídos na gestão do Presidente Café Filho.

Finalmente, fiel a determinação constitucional de transferir a capital para o Planalto Central da República, o Presidente Juscelino Kubitschek encaminhou ao Congresso a "Mensagem de Anápolis", transformada na Lei n.° 2.874, de 19 de setembro de 1956, propondo a criação da Companhia Urbanizadora da Nova Capital - NOVACAP - e mantendo Brasília, como nome da metrópole.

A data da mudança da Capital Federal foi fixada pela Lei n° 3.273, art. 1.° in verbis: "... será transferida, no dia 21 de abril de 1960, a Capital da União para o novo Distrito Federal já delimitado no Planalto Central do Pais".

Brasília foi inaugurada e oficialmente passou a ser a Capital do Brasil, no dia 21 de abril de 1960.

Gentílico: brasiliense

Formação Administrativa

Ra-I - Região Metropolitana de Brasília

A área da Região Metropolitana de Brasília acha-se "limitada pela Estrada Parque Contorno - EPCT, que segue aproximadamente a linha do divisor de águas da bacia hidrográfica do Rio Paranoá, incluída a referida EPCT e sua faixa de domínio".

Nessa área acham-se localizados os setores residencial, oficial, comercial, bancário e outros previstos no Plano-Piloto, e os setores Militar Urbano, Residencial Econômico Sul (conhecido como Cruzeiro Velho e Novo), Residencial Industria e Abastecimento (Guará I e II) e o Núcleo Bandeirante. Os dois últimos contam com administradores regionais.

Núcleo Bandeirante

Na Região Metropolitana de Brasília, merece destaque, pela sua importância histórica, o Núcleo Bandeirante, também conhecido como "Cidade Livre".

Fundado em 1956, pelo Presidente da NOVACAP I, destinava-se unicamente a servir de ponto de apoio para a construção de Brasília, acolhendo o pessoal necessário ao empreendimento. Os lotes eram cedidos aos interessados em regime de comodato, por apenas quatro anos, e as casas de negócios não pagavam impostos, podendo funcionar livremente, sem limitação de horário.

O crescimento inicial foi espantoso. A Cidade Livre, "cidade-dormitorio dos candangos" que construíram Brasília dia e noite, em pouco tempo possuía hotéis, agências bancárias e de companhias de aviação, inúmeras casas de madeira e grande quantidade de estabelecimentos comerciais. Impôs sua própria sobrevivência, tornando-se unidade orçamentaria através da Lei n° 4.020, de 21 de dezembro de 1961. Esta incluída na Região Metropolitana de Brasília por força da Lei 4.545, de 10 de dezembro de 1964, e Decreto n.° 488, de 08 de fevereiro de 1966, que Ihe fixou os limites.

Vem sendo urbanizado com a substituição gradativa das construções de madeira por alvenaria, respeitando o plano urbanístico.

Guará

Também incluído na Região Administrativa de Brasília, o "Setor Residencial Indústria e Abastecimento", é popularmente conhecido como Guará I e Guará II, em virtude das duas etapas de sua construção.

Pontos de destaque no Guará são: a Feira Permanente e o Centro Administrativo, Vivencial e Esportivo.

Ra-II - Gama

A Lei n ° 3.751, de 13 de abril de 1960, previu a criação de cidades-satélites como solução para abrigar o excedente populacional. A 12 de outubro de 1960, foi inaugurada a cidade-satélite do Gama, em terras das antigas fazendas de Alagado, Ponte Alta, Ipê e do Gama, que originou o nome da cidade.

Procedente da barragem do Paranoá, em maio de 1960, chegaram 30 famílias, as primeiras dentre as transferidas dos núcleos populacionais pioneiros.

A área urbana tem aproximadamente 19,57 km². O projeto inicial da cidade, desenvolvido pelo arquiteto Paulo Hungria, divide a cidade em 5 setores: Norte, Sul, Leste, Oeste e Central. A forma hexagonal, semelhante a uma colméia, foi modificada em virtude da transferência de diversos núcleos populacionais para a área.

Ra-III - Taguatinga

Fundada em 5 de junho de 1958, Taguatinga foi a primeira cidade-satélite oficialmente criada. Destinava-se a eliminar os aglomerados humanos, que se vinham formando na área urbana de Brasília. A esse objetivo juntou-se a necessidade de acolher a população que se retirava da Vila Amauri, núcleo operário localizado na área ocupada pelas águas do lago, então em formação.

Localizada a oeste de Brasília, a Região Administrativa de Taguatinga tem área de 442,90 km². Cortada pelo Ribeirão Taguatinga. Divide-se em 3 setores: o comercial, compreendendo a Avenida Central com sua praça, a quadra comercial, sede dos serviços administrativos regionais, agências bancárias, estabelecimentos comerciais, cinemas, hotéis e escritórios; e os setores Norte e Sul, de um e de outro lado da citada avenida. Esses dois setores são formados por quadras residenciais, comerciais e industriais, ao longo das quais se desenvolve outra avenida, a Comercial.

No Setor Norte de Taguatinga, encontra-se o núcleo habitacional denominado Ceilândia, com área de 25 km².

Ceilândia

Fundada em 1971, foi construída para erradicar as "invasões" (favelas) existentes na área urbana de Brasília, principalmente as chamadas "Vila do IAPI" e "Vila Tenório". Sua denominação origina-se da sigla CEI - campanha de Erradicação das Invasões. Esta localizada na parte norte de Taguatinga a cerca de 30 km do Plano Piloto. Apesar de estar inserida na RA III, possui administração local.

Ra-IV - Brazlândia

O Povoado se originou em 1932, com o nome de "Povoado da Chapadinha", pertencente ao município de Luziânia (antiga Santa Luzia de Goiás).

Em homenagem a família mais antiga da região, a de João Braz Queirós, os moradores propuseram a mudança do topônimo para Brazlândia (com Z), o que foi efetuado pelo Decreto Municipal n° 55, de 15 de abril de 1932.

Ra-V - Sobradinho

A Cidade de Sobradinho foi inaugurada oficialmente a 13 de maio de 1960. Seu planejamento urbanístico foi feito pela NOVACAP, surgido da necessidade de se alojar definitivamente as familiar procedentes do norte e do Nordeste.

Pela localização a 22 km de Brasília, pelo traçado e crescimento ordenado, Sobradinho tornou-se local residencial.

Segundo a tradição, o topônimo esta relacionado a lenda de duas casas superpostas, construídas num dos braços de um cruzeiro, por um joão-de-barro.

Os viajantes denominavam o local de Cruzeiro do Sobradinho ou Sobradinho do Cruzeiro.

Ra-Vl - Planaltina

Situada a 40 km de Brasília, Planaltina e a antiga sede do município do mesmo nome.

Não existem registros da data da fundação do povoado de Mestre D'Armas, do qual se originou Planaltina. Diz a tradição ter sido um famoso armeiro que ai se instalou, dando origem ao nome.

Outra versão, da José Gomes Rabelo como fundador do povoado que pertenceu, ora ao atual município de Luziânia, ora ao de Formosa ate 19 de agosto de 1859, quando, pela Lei n.° 3, foi criado o distrito de Mestre D'Armas.

A instalação ocorreu a 28 de fevereiro de 1892. Em 1910, passou a denominar-se Altamira, topônimo que conservou ate 1917, ano em que recebeu o nome de Planaltina.

Esta estreitamente vinculada a história da interiorização da Capital. Em 1892, hospedou a Comissão Cruls que recebeu a incumbência de estudar a região onde seria instalada a futura Capital da República. Em fins de 1894, o famoso Relatório Cruls sugeriu e demarcou a área destinada a futura Capital da República, onde se destacava a vila de Mestre D'Armas.

A assinatura pelo Presidente Epitácio Pessoa do decreto que determinou a "Mudança da Capital Federal para o Planalto Goiano,, e a inauguração, a 7 de setembro de 1922, da "Pedra Fundamental da Nova Capital da República", no morro do Centenário, nas proximidades de Planaltina, trouxeram a cidade um surto de progresso que duraria até 1930. Surgiram, então, vários loteamentos. A luz elétrica foi instalada, o comércio expandiu-se e desenvolveram-se industrias de beneficiamento de couro, arroz e café, além de outros estabelecimentos fabris.

A Lei n° 131, de 22 de novembro de 1958, não só autorizou a Assembléia Legislativa do Estado a anexar a Planaltina a área dos municípios de Luziânia e Formosa, localizados no perímetro destinado ao futuro Distrito Federal, como a promover o desmembramento do território municipal, situado ao sul do paralelo de 15°30S, para composição do novo Distrito Federal.

Ra-VII - Paranoá

A Linha divisória da região administrativa de Paranoá parte do Ribeirão Água Quente, pelo paralelo 16º03S, no limite do Distrito Federal para leste, até a Estrada DF-13; pela DF-13 para o norte, até a Estrada DF-6, pela DF-6, para oeste, até a Estrada Parque Contorno-EPCT; pela EPCT para o sul, até confrontar a cabeceira principal do Ribeirão Santana; dai para o sul, limitando com a II Região, pelo Ribeirão Santana, Córrego Pastinho, Córrego Fundo e Ribeirão Água Quente, até o paralelo 16°03'S, de acordo com os limites fixados pelo Decreto n° 488, de 08 de fevereiro de 1966.

Sua superfície e de 758,73 km².

Destinada mais a atividades agrícolas, não possui sede administrativa.

Fonte: IBGE

terça-feira, 13 de abril de 2010

Aniversários...284 anos de Fortaleza!

Parabéns pra toda a galera lá de Fortaleza.
E obrigado por fazer parte do time de leitores PT!


Estimativa da População 2009:
2.505.552

Área da unidade territorial (Km²):
313

Gentílico:
fortalezense

Estado:
Ceará


Histórico

Depois de fracassadas tentativas de colonização por Pero Coelho, em 1603, e pelos padres Francisco Pinto e Luís Figueira, em 1607, não se tem notícia de novas expedições ao Ceará, até que a necessidade da reconquista do Maranhão exigisse a vinda de Martins Soares Moreno.

Moço, no dizer de historiadores, corajoso, forte e possuidor de todas as virtudes dos paladinos portugueses do século XVII, erigiu, a 20 de janeiro de 1612, na barra do Rio Ceará um fortim a que chamou São Sebastião. Em 1613, o fortim recebeu a visita de Jerônimo de Albuquerque, que, destinando-se ao Maranhão, passou por ali a afim de convidar Soares Moreno para participar da expedição.

Ausentando-se para o Maranhão, Moreno só voltou ao Ceará em 1621. Encontrou o forte em ruínas, mas reconstruiu-o tratando de apaziguar os indígenas; distribui sementes, mudas de cana-deaçúcar e gado, procurando lançar as bases da prosperidade da Capitania. Permaneceu na terra até 1631, quando teve de ir para Pernambuco lutar contra os holandeses. Sucederam no comando Domingos da Veiga Cabral e Bartolomeu de Brito Freire. O fortim, reduzido a estado precaríssimo, foi tomado pela expedição de George Gartsman e Henderick Huss, a 26 de outubro de 1637, ficando sua guarda sob a responsabilidade do tenente Van Hans, posteriormente substituído por Gedion Morris.

Em 1644, foi o forte assaltado e destruído por índios revoltados. Os flamengos voltaram em 1649, com 298 homens em duas embarcações grandes e dois barcos menores, desembarcando em 3 de abril e levantando novo fortim, distante do primeiro, a margem do riacho Pajeú na elevação de terreno chamado Marajaig. Este forte, construído segundo planta do engenheiro Ricardo Carr, recebeu o nome de Forte Schoonenborch, em homenagem ao governador de Pernambuco. Antipatizados e hostilizados pelos índios, os holandeses transferiram todos os alojamentos e instalações e subsistências para dentro do forte.

Tal situação perdurou até que, vencidos em Pernambuco, foram obrigados a entregar a praça de guerra a Álvaro Barreto, que a restaurou e mudou seu nome para Forte de Nossa Senhora da Assunção. Com o eficaz apoio e cooperação dos índios pacificados, deu início a construção de uma ermida, em 1654, restabelecendo a colonização portuguesa.

Feito de madeira e estacas de carnaúba, por diversas vezes teve de sofrer reformas, até desmoronar. No local do forte arruinado, foram lançados os alicerces da Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção em 12 de outubro de 1812. Em 1847 a fortaleza sofreu remodelações, e dez anos depois classificada como de segunda classe. Em 1910, foi desarmada, permanecendo como simples monumento histórico.

Fortaleza - a " loura desposada do sol" do poema de Paula Ney, participou de movimentos cívicos da história do Brasil, antes e depois da Independência. Referência especial deve ser feita à atitude de bravos jangadeiros, chefiados por Francisco José do Nascimento, o "Dragão do Mar", os quais impediram o trânsito de escravos no porto da capital, tornando o Ceará o Estado pioneiro da abolição da escravatura no Brasil, a partir de 1884.

Gentílico: fortalense ou fortaliciense

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Fortaleza, por provisão de 06-08-1761.

Elevado à categoria de Vila com a denominação de Fortaleza, por ordem régia de 13-02-1699. Sede no núcleo de Fortaleza. Constituído do distrito sede. Instalado em 1700.

Em 1701, transfere a sede do núcleo Fortaleza para Barra do Ceará, lugar que teve posteriormente a denominação de Vila Velha, mas volta para Fortaleza em 1706. Ainda em 1706 a sede é mudada novamente para Barra do Ceará, voltando para Fortaleza em 1708.

Em 1710 a Vila de Fortaleza passou a denominar-se São José do Ribamar do Aquiraz.

Em 11-03-1711, por alvara a vila volta a denominar-se Fortaleza.

Pela ordem régia de 30-01-1713, transfere a sede da vila de Fortaleza para Aquiraz.

Elevado à categoria de município com a denominação de Fortaleza, por resolução régia de 0903-1725. Sede no atual distrito de Fortaleza. Instalado em 13-04-1726.

Elevado à condição de cidade com a denominação de Fortaleza, por resolução imperial de 0201-1823, decreto imperial de 24-02-1823 e carta imperial de 17-03-1823, e por este ultimo ato o Município de Fortaleza, passou a denominar-se Fortaleza da Nova Bragança.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 2 distritos: Fortaleza e Patrocínio.

Pelo decreto estadual nº 1156, de 04-12-1933, são criados os distritos de Messejana e Mondubim. Sob o mesmo decreto o município de Fortaleza adquiriu o extinto município de Porangaba.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município aparece constituído de 7 distritos: Fortaleza, Alto da Balança, Barro Vermelho, Messejana, Mondubim, Porangaba e Pajuçara. Não figurando o distrito de Patrocínio.

Pela lei nº 226, de 30-11-1936, o distrito de Pajuçara passou a denominar-se Rodolfo Teófilo.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1936, o município é constituído de 7 distritos: Fortaleza, Alto da Balança, Barro Vermelho, Messejana, Mondubim, Porangaba e Roldolfo Teófilo ex-Pajuçara.

Pela lei municipal de Fortaleza nº 79, de 28-06-1937, o distrito de Barro Vermelho passou a denominar-se Antônio Bezerra.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1937, o município é constituído de 7 distritos: Fortaleza, Alto da Balança, Antônio Bezerra ex-Barro Vermelho, Messejana, Mondubim, Porongaba e Roldolfo Teófilo.

Pelo decreto estadual nº 448, de 20-12-1938, são extintos os distritos de Rodolfo Teófílo, sendo seu território anexado ao distrito de Maracanaú, dos municípios de Maranguape e Alto Balança, sendo seu território anexado ao distrito sede de Fortaleza.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 5 distritos: Fortaleza, Antônio Bezerra, Messejana, Mondubim e Porangaba.

Pelo decreto-lei estadual nº 1114, de 30-12-1943, o distrito de Parangaba passou a denominar-se Porangaba.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 5 distritos: Fortaleza, Antônio Bezerra, Mecejana, Mondubim e Parangaba ex-Porangaba.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Fonte: IBGE

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Aniversários...19 meses de namoro!




Não existe pessoa mais paciente, mais sábia, e mais bela que ela no mundo inteiro.
Aguentar por 19 meses um cara que é blogueiro, gosta de desenhar coisas que nem ele mesmo entende, que fica escrevendo textos enquanto está sozinho, que não sai do seu pé, que é perfeccionista...olha...não é para qualquer uma.

Por isso ela merece todos os créditos do mundo!
Uma salva de palmas para ela...

Te amo Jessica, Feliz aniversário de namoro.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Aniversários...291 anos de Cuiabá!

Parabéns para toda a galera de Cuiabá.




Estimativa da População 2009
550.562
Área da unidade territorial (Km²)
3.538
Gentílico
cuiabano (papa peixe)

Estado

Mato Grosso - MT

Histórico

Sobre a origem do nome do Município, diz Carlos Drumond concordar com os jesuitas, quando admitem ser o topônimo oriundo do tupi. Segundo ele, Cuiabá derivar-se-ia de Icúia, espécie de flecha para pesca, feita de cana brava e pá, partícula locativa: lugar, pouso. Icuiapá designaria, por conseguinte, lugar onde se faz alguma coisa.

O profundo conhecimento da língua indígena dá ao Padre Albisetti, a certeza de ser este o significado de Cuiabá: lugar em que os bororós costumavam pescar com a icúia.

A fundação da cidade é uma conseqüência do arrojo dos bandeirantes paulistas que, empenhados a princípio na captura de índios para os trabalhos da lavoura, e atraídos depois pelas minas de ouro e diamantes, vieram a desbravar os sertões brasileiros.

É incerto o nome do primeiro chefe bandeirante que visitou o Estado. Consta, no entanto, ter sido o valente Manoel Corrêa, seguido de outros não menos ousados, como Antônio Pires de Campos e Pascoal Moreira Cabral.

Segundo José Barbosa de Sá, na "Relação das Povoações de Cuiabá e Mato Grosso", foi Antônio Pires de Campos o primeiro a alcançar a chapada cuiabana.

Coube, porém, a Pascoal Moreira Cabral, imprimir novo rumo ao nomadismo bandeirante, quando, partindo de Araritaguaba, em 1716, teve conhecimento, através de Antônio Pires de Campos, da existência de aldeamentos de índios coxiponés. Arribou até o afluente do Cuiabá, a que denominavam Coxipó, em cujo leito descobriu, por acaso, o ouro, em meio aos cascalhos. Repentinamente transformou-se o "modus vivendi" dos bandeirantes, que não mais andariam exclusivamente à caça de silvícolas.

Mais tarde abandonaram o arraial, em que de início se estabeleceram, surgindo o da "Forquilha", com a sua primeira igreja, sob a invocação de Nossa Senhora da Penha de França. Celebrou a primeira missa o Padre Jerônimo Botelho.

Nesse local, a 8 de abril de 1719, convocados os homens de bem, lavrou-se o têrmo de fundação do arraial, sendo Pascoal Moreira Cabral nomeado guarda-mor regente. Seguiu, na ocasião, para São Paulo, o Capitão Antônio Antunes Maciel, incumbido de levar as amostras do ouro encontrado ao Governador da Capitania, D. Pedro de Almeida Portugal.

A mudança de Cuiabá para o sítio atual se deve ao sorocabano Miguel Sutil de Oliveira, João Francisco Barbado e seus companheiros, que chegaram até à embocadura do córrego "Prainha" onde, guiados pelos aborígines, encontraram maior abundância do precioso metal. Estabeleceram-se nas fraldas da elevação de Nossa Senhora do Rosário, na "Lavra do Sutil", hoje Cuiabá, atraindo os moradores da antiga povoação.

O afluxo de gente a esse novo Eldorado foi extraordinário e, apesar das dificuldades de comunicação, espantoso foi o seu desenvolvimento. Tanto que, em 1° de janeiro de 1726, o Capitão-General de São Paulo, Rodrigo Cesar de Menezes, mandou erigir em vila o povoado, sob a invocação de Nosso Senhor Bom Jesus de Cuiabá.

Difícil se tornava à Capitania de São Paulo a administração dos distritos de Cuiabá e Mato Grosso, que foram por fim desanexados, por Alvará de 9 de maio de 1748, por força do qual se criava a Capitania de Mato Grosso e Cuiabá. Foi seu primeiro governador D. Antônio Rolim de Moura Tavares, que ali aportou em 1751, com a recomendação de transferir para Mato Grosso a sede do governo. Mais tarde, em 19 de março de 1752, foi erigida em capital a recém-fundada Vila Bela da Santíssima Trindade.

Dada a sua posição geográfica central, Cuiabá conservou sua hegemonia, apesar de destituída dos foros de capital. Elevada à categoria de cidade, em 17 de setembro de 1818, passou a Capital em 1825, porém, só em 19 de agôsto de 1835 foi confirmada a predominância política que historicamente lhe cabia. A sobrevivência de Cuiabá é verdadeiro milagre de resistência e combatividade do seu povo contra todos os fatores adversos que a empolgaram, até o advento da sua atual transformação em metrópole progressista.

Sua evolução sócio-econômica foi tolhida durante mais de um século por agitações internas e dificuldades de toda a espécie, das quais a menor era a distancia que a separava da capital do País. O problema de comunicação só foi solucionado em 1857, com a chegada do primeiro navio a vapor, sob o comando de Antônio Cláudio Soído.

Fonte: IBGE

segunda-feira, 29 de março de 2010

Aniversários...317 anos de Curitiba!

Hoje é aniversário de Curitiba, no estado do Paraná.
Parabéns pra todos desta cidade incrível.



Estimativa da População 2009:
1.851.215
Área da unidade territorial (Km²):
435 Km²
Gentílico:
curitibano


Histórico

É do ciclo da exploração do ouro o descobrimento dos Campos de Curitiba, também chamado Sertão de Paranaguá, como consta de vários mapas da época.

As levas de garimpeiros subiam o Ribeira, e batendo-lhe todo o curso, atingiam o Rio Assungui e deparavam ao sul com os Campos de Curitiba, onde vários deles se fixaram com suas famílias. Outros vindos do litoral, galgaram a Serra do Mar e se estabeleceram no planalto.

A primeira notícia de bandeirantes nesses campos data de 1661, de uma carta de sesmaria a favor de Baltazar Carrasco dos Reis, dando-lhe posse no Barigui, onde, segundo diz em sua petição, já residia há alguns anos, com sítio de criação, e era confrontante com Mateus Martins Leme. Os grupos de Baltazar e Mateus eram aparentados, foram os primeiros moradores efetivos dos Campos de Curitiba e constituíram a maioria representativa dos povoadores.

Eleodoro d'Ebano Pereira, primeira autoridade a representar o governo colonial no sul, em ofício de 4 de março de 1649, comunicou a Gabriel de Lara, Capitão- mor de Paranaguá, estar investido, pelo Governador-Geral do Rio de Janeiro, das funções de Administrador das Minas dos Distritos do Sul. A sua presença nessa região contribuiu para a formação de arraiais, mesmo provisórios, que foram a base dos povoados estáveis que os sucederam, originando-se, assim, o povoado de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais, futura Curitiba.

Eleodoro d'Ebano traçou um mapa das minas do litoral, em que assinala, ao poente da Serra do Mar, o arraial de Curitiba, representado por um grupo de casas.

Em 1668, Gabriel de Lara, como Procurador do Donatário da Capitania, subiu ao planalto, tomou posse da povoação que estava surgindo nos Campos de Curitiba, em terras e limites da demarcação do Sr. Marquês de Cascaes, nela encontrando dezessete moradores. Ali concedeu ao Capitão Mateus Martins Leme a sesmaria do Barigui, investiu-o de autoridade para dar sesmarias em nome d'El-Rei e fez levantar o Pelourinho na praça da igreja, em sinal de posse e poder público. O patriarcado do Capitão Povoador e Dizimeiro Mateus Leme foi absoluto e respeitado durante toda a sua vida.

A grei curitibana morava em sítios dispersos, distantes da sede da povoação. Vários moradores possuíam casas na praça da capela, para as quais vinham de vez em quando e principalmente por ocasião de práticas e festas religiosas.

Em face da constante entrada de aventureiros e de pessoas egressas de outros centros, o povo fez a Mateus Leme uma petição no sentido de ser organizada a vila, e ele assim despachou: "Junte-se o povo. Deferirei o que pedem. Pinhais, 24 de março de 1693. (a) Leme."

Em 29 de março de 1693 reuniram-se os povoadores na igreja da freguesia e aclamaram "seis homens de sã consciência" para que eles nomeassem as autoridades da Administração e Justiça, o que foi feito no mesmo dia. Com a eleição juramento e posse das primeiras autoridades, ficou constituído e organizado o Governo da Vila de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais.

Ainda a respeito da fundação de Curitiba há várias versões, narradas por diversos historiadores. Uma delas conta que esses bandeirantes, em época incerta, teriam convidado o cacique dos campos de Tindiquera, às margens do Rio Iguaçu, para que lhes indicasse o melhor local para a instalação definitiva da povoação. O referido cacique, à frente do grupo, trazendo uma grande vara, após longo percurso pelos campos, fincou-a no chão e disse: "Aqui". Nesse mesmo lugar erigiram uma capelinha de pau-a-pique, em louvor a Nossa Senhora da Luz, local onde hoje se ergue a Catedral Metropolitana de Curitiba.

Segundo documentos existentes na Matriz de Curitiba, a paróquia já existia por volta de 1715, não sendo desmembrada de outra freguesia.

A mineração, a criação e o comércio de gado, e finalmente a roça formaram sucessivamente os três ciclos de povoamento do território curitibano.

Em 1735 o comércio de tropas entre Curitiba, Itu e Sorocaba estava estabelecido com certa intensidade.

Pela Lei Imperial nº 704, de 29 de agosto de 1853, a 5ª Comarca de São Paulo elevou-se à categoria de Província e a antiga vila de Nossa Senhora dos Pinhais de Curitiba passou a Capital da nova Província do Paraná, situação ratificada pela Lei especial de 1854. A sua instalação foi a 19 de dezembro.

A cidade de Curitiba recebeu, a 21 de maio de 1880, a visita de D. Pedro II e de D.Teresa Cristina, que inauguraram o Hospital de Caridade de Curitiba.

O Clube Republicano de Curitiba foi fundado em 1885. A 25 de março de 1888 foi criada a Confederação Abolicionista Paranaense.

Nos primitivos tempos da vida pública de Curitiba, os chefes do Governo Municipal eram presidentes da Câmara de Vereadores. No Segundo Império, foi criado o cargo de Superintendente Municipal, ocupado pelo chefe do Executivo, ficando o Legislativo independente. Só depois da Proclamação da República foi criado o cargo de Prefeito Municipal.

Gentílico: curitibano

Formação Administrativa

O Distrito de Curitiba foi criado em 1654 e o Município a 29 de março de 1693, tendo sido elevado no mesmo ato, à categoria de vila. Recebeu foros de cidade pela Lei provincial nº 5, de São Paulo, de 5 de fevereiro de 1842.

Em virtude da Lei nº 1, da Província do Paraná de 26 de Julho de 1854, passou a Capital da Província. Perdeu essa última categoria por efeito do Decreto estadual nº 24, de 18 de janeiro de 1894, readquirindo-a em virtude do de nº 25, de 29 de abril do mesmo ano (Revolução Federalista).

O Município, em 1911, era constituído apenas do distrito-sede. Em 1920, subdividia-se em 6 distritos: Curitiba, Campo Magro, Nova Polônia, Portão, São Casimiro do Tabuão e Santa Felicidade. De 1933 a 1937 não figurou o distrito de Campo Magro no quadro da divisão administrativa estadual.

De acordo com o quadro anexo ao Decreto-lei estadual nº 6.667, de 31 de março de 1938, existiam três distritos: o da sede (com as zonas de Curitiba, Portão e São Casimiro do Tabuão) e os de Nova Polônia e Santa Felicidade.

Pelo Decreto-lei estadual nº 7.573, de 20 de outubro de 1938, que estabeleceu a divisão territorial vigente no período 1939-43, o Município perdeu parte de seus distritos, adquirindo por outro lado, distritos de outros municípios extintos. Aparece, em conseqüência, com 6 distritos: o da sede, Campo Comprido, Colombo, Santa Felicidade, Tamandaré e Umbará.

No período 1944-1948 integravam o Município apenas 4 distritos: Curitiba, Santa Felicidade, Campo Comprido e Umbará. Em 1955 figurava mais um, o de Tatuquara (Lei estadual nº 790, de 14-11-1951), vigorando esta constituição até 1966, quando o Município sofreu reformulação administrativa e a Lei estadual nº 5.409, de 20 de outubro, criou o distrito de Pinheirinho.

Fonte: IBGE